RESENHA DE “PRINCÍPIOS DE LINGÜÍSTICA DESCRITIVA:
INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO GRAMATICAL”, DE MÁRIO A.
PERINI
Perni apresenta caracteriza o estudo gramatical como aquele que descreve a organização interna dos
enunciados tanto com relação à forma quanto com relação ao conteúdo e que envolve
aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticos da língua. De todos esses
aspectos, apenas os sintáticos (ordem, posição e estrutura de constituintes) e semânticos
(questões de significação como papéis temáticos e restrições de seleção) fazem parte da
descrição que se apresenta – de maneira individual ou em interação simbólica sintaxe
caracteriza o estudo gramatical como aquele que descreve a organização interna dos
enunciados tanto com relação à forma quanto com relação ao conteúdo e que envolve
aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticos da língua. De todos esses
aspectos, apenas os sintáticos (ordem, posição e estrutura de constituintes) e semânticos
(questões de significação como papéis temáticos e restrições de seleção) fazem parte da
descrição que se apresenta – de maneira individual ou em interação simbólica sintaxe
INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO GRAMATICAL”, DE MÁRIO A.
PERINI
Perni apresenta caracteriza o estudo gramatical como aquele que descreve a organização interna dos
enunciados tanto com relação à forma quanto com relação ao conteúdo e que envolve
aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticos da língua. De todos esses
aspectos, apenas os sintáticos (ordem, posição e estrutura de constituintes) e semânticos
(questões de significação como papéis temáticos e restrições de seleção) fazem parte da
descrição que se apresenta – de maneira individual ou em interação simbólica sintaxe
caracteriza o estudo gramatical como aquele que descreve a organização interna dos
enunciados tanto com relação à forma quanto com relação ao conteúdo e que envolve
aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticos da língua. De todos esses
aspectos, apenas os sintáticos (ordem, posição e estrutura de constituintes) e semânticos
(questões de significação como papéis temáticos e restrições de seleção) fazem parte da
descrição que se apresenta – de maneira individual ou em interação simbólica sintaxe
⇔ semântica. Brevemente, o autor ainda explicita a distância existente entre a descrição
linguística (estudo de como realmente se fala e se escreve) e a prescrição tradicional
(apresentação de como se deve falar ou escrever); diz que estudos prescritas
costumam, erroneamente, rotular o termo gramática. Na perspectiva em que é abordada
pelo autor, gramática diz respeito à descrição dos fatos da língua que leva em conta,
além das atitudes lingüísticas dos falantes, seus conhecimentos internalizados. sendo motiva ou
linguística (estudo de como realmente se fala e se escreve) e a prescrição tradicional
(apresentação de como se deve falar ou escrever); diz que estudos prescritas
costumam, erroneamente, rotular o termo gramática. Na perspectiva em que é abordada
pelo autor, gramática diz respeito à descrição dos fatos da língua que leva em conta,
além das atitudes lingüísticas dos falantes, seus conhecimentos internalizados. sendo motiva ou
arbitariamente iniciando pela formulação de perguntas que orientam o percurso que vai tomar para responde-la
Segundo Perini, pode-se assumir a relevância do contexto para a significação
dos itens lexicais, entretanto, constitui erro pensar que, fora de contexto, palavras não
significam nada, isso seria como desconsiderar a área semântica, a delimitação interpretativa
que as palavras nos fornecem já de antemão e as contribuições estruturais como a ordem dos termos
e a organização dos constituintes
Outra contribuição de Princípios de linguística descritiva: introdução ao pensamento gramatical
é não apenas elencar lacunas
concluindo que a abordagem da gramática normativa, pelo qual o autor faz referencia de gramática tradicional, mas também mostrar que a linguística ainda carece apresentar estudos mais
detalhados sobre inúmeros fatos da língua, o que, se bem trabalhado pelo professor em
sala de aula, pode despertar o interesse dos alunos em aventurar-se por essas veredas
ainda desconhecidas em busca de respostas e ou de outros novos questionamentos, já
que a linguística, como qualquer outra ciência, não é hermética, mas um ponto de
debate e construção de conhecimento
PERINI, Mário A. Princípios de lingüística descritiva: introdução ao pensamento
gramatical. São Paulo: Parábola, 2006. 208 p.
POSTADO POR MAYARA NUNES
dos itens lexicais, entretanto, constitui erro pensar que, fora de contexto, palavras não
significam nada, isso seria como desconsiderar a área semântica, a delimitação interpretativa
que as palavras nos fornecem já de antemão e as contribuições estruturais como a ordem dos termos
e a organização dos constituintes
Outra contribuição de Princípios de linguística descritiva: introdução ao pensamento gramatical
é não apenas elencar lacunas
concluindo que a abordagem da gramática normativa, pelo qual o autor faz referencia de gramática tradicional, mas também mostrar que a linguística ainda carece apresentar estudos mais
detalhados sobre inúmeros fatos da língua, o que, se bem trabalhado pelo professor em
sala de aula, pode despertar o interesse dos alunos em aventurar-se por essas veredas
ainda desconhecidas em busca de respostas e ou de outros novos questionamentos, já
que a linguística, como qualquer outra ciência, não é hermética, mas um ponto de
debate e construção de conhecimento
PERINI, Mário A. Princípios de lingüística descritiva: introdução ao pensamento
gramatical. São Paulo: Parábola, 2006. 208 p.
POSTADO POR MAYARA NUNES
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