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Somos Cícero, Eliane, Mayara, Michelle, Pamela e Patricia, alunos do 1º e 2º semestre do curso de Letras, da Universidade Paulista (Unip) de Brasília e esse blog é fruto de um trabalho que estamos fazendo sobre Linguística descritiva. O estudo da linguística como estudo científico da linguagem começou pela publicação, em 1916, do Curso de Linguística Geral de Ferdinand de Saussure, a partir daí todo o estudo linguístico vai ser definido como "antes" ou "após" Saussure. A partir de Saussure é que surgiu a gramática descritiva ou Linguística Descritiva, que é o estudo da língua conforme ela se apresenta. Após estas pesquisas, a matéria linguística pôde ser analisada sob dois pontos de vista diferentes, o diacrônico e o sincrônico, considerando-se que a verdadeira linguística deveria ser sincrônica. Foi com base na gramática descritiva que os estruturalistas encontraram suporte para o estudo dos fenômenos linguísticos independente dos filósofos, partindo da análise de um corpus linguístico e, indutivamente, fazendo generalização.

sábado, 9 de novembro de 2013

Gramática Descritiva ou Seacrônico


A gramática descritiva ou sincrônica (do grego syn- 'reunião', chrónos 'tempo') é o estudo do mecanismo pelo qual uma dada língua funciona num dado momento, como meio de comunicação entre os seus falantes, e da análise da estrutura, ou configuração formal, que nesse momento a caracteriza. A gramática descritiva propõe-se a descrever as regras da língua falada, as quais independem do que a gramática normativa prescreve como "correto";  Segundo Possenti, "é a que orienta, o trabalho dos linguística cuja preocupação é descrever e/ou explicar as línguas tais como elas são faladas." Assim, diferentemente da gramática normativa, na gramática descritiva, as regras derivam do uso da língua.

A partir da constatação de que a gramática normativa não era capaz de dar conta do uso real da língua por seus falantes, surgiram outras concepções e, consequentemente, outras acepções de gramática. TRAVAGLIA .cita três tipos de gramática: normativa (também chamada tradicional), descritiva e internalizada  ou implícita.

A gramática descritiva está ligada a uma determinada comunidade linguística e reúne as formas gramaticais aceitas por estas comunidades. Como a língua sofre mudanças, frequentemente muito do que é prescrito na gramática normativa já não é mais usado pelos falantes de uma língua. A gramática descritiva não tem o objetivo de apontar erros, mas sim identificar todas as formas de expressão existentes e verificar quando e por quem são produzidas.

Enquanto a gramática normativa considera como erro o uso de formas diferentes da norma culta da língua (tornada oficial), na perspectiva da gramática descritiva, o erro gramatical não existe, ou, explicando melhor: ao adotar um critério social, não linguístico, de correção, a gramática descritiva considera errada apenas as formas ou estruturas gramaticais não presentes regularmente nas variedades linguísticas reconhecidas pelos falantes de uma língua.
 
Eliane Gomes dos Santos
 
 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Linguística da comunicação e Linguística descritiva


RESENHA DE “PRINCÍPIOS DE LINGÜÍSTICA DESCRITIVA:
INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO GRAMATICAL”, DE MÁRIO A.
PERINI


  Perni apresenta caracteriza o estudo gramatical como aquele que descreve a organização interna dos
enunciados tanto com relação à forma quanto com relação ao conteúdo e que envolve
aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticos da língua. De todos esses
aspectos, apenas os sintáticos (ordem, posição e estrutura de constituintes) e semânticos
(questões de significação como papéis temáticos e restrições de seleção) fazem parte da
descrição que se apresenta – de maneira individual ou em interação simbólica sintaxe
caracteriza o estudo gramatical como aquele que descreve a organização interna dos
enunciados tanto com relação à forma quanto com relação ao conteúdo e que envolve
aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticos da língua. De todos esses
aspectos, apenas os sintáticos (ordem, posição e estrutura de constituintes) e semânticos
(questões de significação como papéis temáticos e restrições de seleção) fazem parte da
descrição que se apresenta – de maneira individual ou em interação simbólica sintaxe
 ⇔ semântica. Brevemente, o autor ainda explicita a distância existente entre a descrição
linguística (estudo de como realmente se fala e se escreve) e a prescrição tradicional
(apresentação de como se deve falar ou escrever); diz que estudos prescritas
costumam, erroneamente, rotular o termo gramática. Na perspectiva em que é abordada
pelo autor, gramática diz respeito à descrição dos fatos da língua que leva em conta,
além das atitudes lingüísticas dos falantes, seus conhecimentos internalizados. sendo motiva ou 
arbitariamente iniciando pela formulação de perguntas que orientam o percurso que vai tomar para responde-la
  Segundo Perini, pode-se assumir a relevância do contexto para a significação
dos itens lexicais, entretanto, constitui erro pensar que, fora de contexto, palavras não
significam nada, isso seria como desconsiderar a área semântica, a delimitação   interpretativa
que as palavras nos fornecem já de antemão e as contribuições estruturais como a ordem dos termos
 e a organização dos constituintes


Outra contribuição de Princípios de linguística descritiva: introdução ao pensamento gramatical
é não apenas elencar lacunas

  
concluindo que a abordagem da gramática normativa, pelo qual o autor faz referencia  de gramática tradicional, mas também mostrar que a linguística ainda carece apresentar estudos mais
detalhados sobre inúmeros fatos da língua, o que, se bem trabalhado pelo professor em
sala de aula, pode despertar o interesse dos alunos em aventurar-se por essas veredas
ainda desconhecidas em busca de respostas e ou de outros novos questionamentos, já
que a linguística, como qualquer outra ciência, não é hermética, mas um ponto de
debate e construção de conhecimento



PERINI, Mário A. Princípios de lingüística descritiva: introdução ao pensamento
gramatical. São Paulo: Parábola, 2006. 208 p.
POSTADO POR MAYARA NUNES

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Reflexão sobre a Linguística Descritiva

A Linguística descritiva fala de uma língua descrevendo-a no mesmo tempo que analisa as relações existentes entre os fatos linguísticos. A linguística descritiva analisa em dois princípios: o empirismo e a objetividade. É empírica porque trabalha com dados confirmados por meio de observação; É objetiva porque analisa a língua de forma independente. Descreve o seu referente com os sons que imitam. Como exemplos,podemos citar o "auau" do cachorro e o "miau" do gato.
                                                                                      Postado por: Michelle Mendes

Saiba Mais!

Apesar da oposição com a linguística estrutural
americana, Chomsky apresenta trabalhos formais apoiados em
regras e normas da linguística descritiva.
                                                                                    Postado por : Michelle Mendes

domingo, 20 de outubro de 2013

Linguística: o ponto de vista descritivo/ explicativo.

           A abordagem descritiva assumida pela Lingüística atende que as variedades não padrão de português por exemplo, caracterizam-se por um conjunto de regras gramaticais que simplesmente diferem daquelas do português padrão. O termo "gramatical" é usado aqui com valor descritivo: a gramaticalidade de uma língua ou um dialeto é a descrição das regularidades que sustentam a sua estrutura. A Lingüística, portanto, como qualquer ciência, descreve seu objeto como ele é, não especula nem faz afirmações sobre como a língua deveria ser.
            Com o objetivo de descrever a língua, a Lingüística desenvolveu uma metodologia que visa analisar as frases afetivamente realizadas reunidas num corpus representativo (conjunto de dados organizados com uma finalidade de investigação). O corpus não é constituído apenas pelas frases "corretas" (como a gramática normativa), também inclui as expressões "erradas", desde que apareçam na fala dos locutores nativos da língua sob análise. A descrição dos fatos assim organizados não tem nenhuma intenção normativa ou histórica, pretende tão somente depreender a estrutura das frases, dos morfemas, dos fonemas e as regras que permitem a combinação destes.
             Dessa postura teórico-metodológica diante da língua decorre o caráter científico da Lingüística, que se fundamenta em dois princípios: o empirismo e a objetividade. A Lingüística é empírica porque  trabalha com dados verificáveis por meio de observação; é objetiva porque examina a língua de forma independente, livre de preconceitos sociais ou culturais associados a uma visão leiga da linguagem.
            As análises lingüísticas efetuadas, até os anos 1950, pelos seguidores de Saussure, na Europa, e dos norte-americanos Bloomfield e Harris conformavam-se à teoria descritivista que julgava a descrição dos fatos suficiente para explicá-los. Chomsky, a partir do final dos anos 1950, propõe que a análise lingüística prenda-se menos aos dados e preocupa-se mais com a teoria.

Bibliografia:
 Introdução a Lingüística: I Objetos teóricos
Autor: José Luis Fiorin
                                                              Postado por: Patricia e Silva Pereira

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Estruturalismo Linguístico

                               O termo estruturalismo serve para designar uma corrente de pensamento do ínicio do século xx fundamentada na afirmação de Saussure. Para fundamentar  suas  afirmações Saussure  estabeleceu uma série de definições e destinções sobre a natureza  na linguagem, que podem se resumir nos seguintes pontos:
  • A diferença entre Língua, é a parte social da linguagem externa ao indivíduo que não pode nem cria-las e nem modificá- las e a fala, é o momento individual no sentido da realidade psicofisiológico no ato linguistico particular.
  • Signo Linguístico, Saussure afirma que '' a língua é conhecida como um sistema de signos'' que faz a ligação entre o significante e o significado
  • A destinção entre o estudo sincrônico da língua, ou seja, a descrição do estado estrutural da língua em um determinado momento, e o estudo diacrõnico, descrição da evolução histórica da língua que leva em conta os diferentes estágios sincrônicos. Saussure considerou prioritário os estudos sincrônicos que permite revelar a estrutura essencial da linguagem.

                                                                                                     Aluno: Cícero.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Linguística da comunicação e Linguística descritiva: os eixos sincrônico e diacrônico nos atuais modelos de Morfologia


RESENHA DE “PRINCÍPIOS DE LINGÜÍSTICA DESCRITIVA:
INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO GRAMATICAL”, DE MÁRIO A.
PERINI


  Perini apresenta caracteriza o estudo gramatical como aquele que descreve a organização interna dos
enunciados tanto com relação à forma quanto com relação ao conteúdo e que envolve
aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticos da língua. De todos esses
aspectos, apenas os sintáticos (ordem, posição e estrutura de constituintes) e semânticos
(questões de significação como papéis temáticos e restrições de seleção) fazem parte da
descrição que se apresenta – de maneira individual ou em interação simbólica sintaxe
caracteriza o estudo gramatical como aquele que descreve a organização interna dos
enunciados tanto com relação à forma quanto com relação ao conteúdo e que envolve
aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos e semânticos da língua. De todos esses
aspectos, apenas os sintáticos (ordem, posição e estrutura de constituintes) e semânticos
(questões de significação como papéis temáticos e restrições de seleção) fazem parte da
descrição que se apresenta – de maneira individual ou em interação simbólica sintaxe
 ⇔ semântica. Brevemente, o autor ainda explicita a distância existente entre a descrição
linguística (estudo de como realmente se fala e se escreve) e a prescrição tradicional
(apresentação de como se deve falar ou escrever); diz que estudos prescritas
costumam, erroneamente, rotular o termo gramática. Na perspectiva em que é abordada
pelo autor, gramática diz respeito à descrição dos fatos da língua que leva em conta,
além das atitudes lingüísticas dos falantes, seus conhecimentos internalizados. sendo motiva ou 
arbitariamente iniciando pela formulação de perguntas que orientam o percurso que vai tomar
 para responde-la.
  Segundo Perini, pode-se assumir a relevância do contexto para a significação
dos itens lexicais, entretanto, constitui erro pensar que, fora de contexto, palavras não
significam nada, isso seria como desconsiderar a área semântica, a delimitação   interpretativa
que as palavras nos fornecem já de antemão e as contribuições estruturais como a ordem dos termos
 e a organização dos constituintes.

        Outra contribuição de Princípios de linguística descritiva: introdução ao pensamento gramatical
é não apenas elencar lacunas  concluindo que a abordagem da gramática normativa,
pelo qual o autor faz referencia  de gramática tradicional, mas também mostrar que a linguística 
ainda carece apresentar estudos mais detalhados sobre inúmeros fatos da língua, o que,
 se bem trabalhado pelo professor em sala de aula, pode despertar o interesse dos alunos em aventurar-se 
por essas veredas ainda desconhecidas em busca de respostas e ou de outros novos questionamentos,
já que a linguística, como qualquer outra ciência, não é hermética, mas um ponto de
debate e construção de conhecimento.



PERINI, Mário A. Princípios de lingüística descritiva: introdução ao pensamento 
gramatical. São Paulo: Parábola, 2006. 208 p. 

POSTADO POR: MAYARA NUNES

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Princípios de Linguística descritiva -Perine




Relações de ordem
sujeito e objeto direto


Dadas as frases:                      Os repórteres entrevistaram Dilma Houssef (plural) 
                                                       
                                                    O repórter entrevistou Dilma Houssef (singular)

De acordo com essa relação é possível observar que Os repórteres  e Dilma Houssef são semelhantes por serem, os dois, sintagmas nominais. Por outro lado cada um deles tem sua determinada função dentro da frase; por isso aparecem em posições diferentes na sentença. Agora, se passarmos a frase para o singular, observamos que ao mudarmos o sujeito, o verbo é que acompanhará a forma do sujeito e não o objeto. Estamos acostumados a entender o sujeito como o elemento que pratica a ação ou o elemento do qual se afirma algo, porém é o sintagma que aparece em uma determinada posição da frase; não necessariamente antes do verbo. Como, por exemplo, na frase: O ladrão apanhou da polícia. Quem pratica a ação é a polícia e não o ladrão.

Complicações

A ideia de que o sintagma nominal que vem logo antes do verbo representa o sujeito pode causar dúvidas, pois quando se usa um pronome obliquo antes do verbo, esse pronome não vira sujeito, mas continua sendo sintagma nominal. Na frase: As crianças me abraçaram. O pronome me não é sujeito da frase e sim um SN. Esse comportamento peculiar do pronome oblíquo é conhecido como idiossincrático. Quando a frase vier com o sujeito depois do verbo, esta frase não poderá ter outro SN fácil de ser confundido com sujeito, então se a frase tiver dois SNs o sujeito precisa ficar em posição anterior ao verbo.  


Exemplo:                 Chegou o professor (um só SN após o verbo)
                               O professor corrigiu as provas (dois SNs, um antes e outro depois do verbo)


Oração sem sujeito

Na frase: Fiz um bolo de cenoura

            Não temos sujeito, pois não há um SN em que o verbo possa concordar e nem um SN em posição logo antes do verbo, mas podemos perceber que, de forma implícita, temos o agente eu. Ele não aparece, mas sabemos que ele existe. Para a gramática tradicional, só há oração sem sujeito se, ainda que de forma implícita, não tivermos o “sujeito” como na frase: Ventou forteEm frases como: Eu fiz um bolo de cenoura, a gramática tradicional chama o sujeito implícito eu; de sujeito oculto.

Predicativo do sujeito

O predicativo do sujeito pode ser confundido com o objeto direto, mas há predicativo do sujeito quando existe uma ligação formal e semântica de maneira direta entre o predicado e o sujeito, ou seja, quando o predicado está, de certa forma, caracterizando o sujeito ou dando uma informação a respeito do seu estado. Umas das maneiras de perceber essa relação é que o predicativo concorda, em muitas das vezes, com o sujeito (em gênero e número); o que não acontece com o objeto direto. O predicativo do sujeito pode, também, ser assinalado tanto como SN quanto sintagma adjetivo.



Exemplo:                              O garoto é um palhaço (há uma relação direta com o sujeito)
                                  A janela está meio aberta (aberta está concordando em gênero e número com                    o sujeito janela)
                                             Meu namorado é belo (relação de sintagma adjetivo)


Relações de concordância


Concordância diz respeito à maneira em que uma palavra muda para acompanhar outra palavra com a qual tem relação.


Concordância Nominal - É a concordância que acontece entre dois nomes.


Exemplo:                    Agenda branca (a cor branca – que pode ser adjetivo - concorda com agenda)
                                                    Dicionário branco (branco concorda com dicionário)


Concordância Verbal – É a concordância existente entre o sujeito e o verbo.


Exemplo: Ela comprou carro (verbo concorda em número e pessoa com o sujeito)
                              Elas compraram carro (verbo concorda em número e pessoa com o sujeito)

Bibliografia
PERINI, Mário A. Princípios de Linguística descritiva: introdução ao pensamento gramatical, São Paulo: parábola editora, 2006.
                                                                Postado por: Patricia e Silva Pereira

domingo, 29 de setembro de 2013

Linguística descritiva - Gramática descritiva

A linguística descritiva estuda a língua de um lugar em um determinado período de tempo; o que leva a ciência a ser conhecida, também, como linguística sincrônica. Um linguista descritivo registra as palavras e orações que as pessoas dizem durante a pesquisa onde fica constatado, no entanto, a competência linguística de cada um dos informantes. Frequentemente, os linguistas dirigem sua pesquisa aos falantes nativos. A partir desses dados é elaborada uma gramática (com componentes fonológico, semântico e sintático) que mostra o passo a passo de como se constrói uma oração nessa língua investigada.Mario Perini deixa claro sua opinião de que gramática descritiva gramática prescritiva fica em extremos opostos ao dizer que a gramática descritiva diz como a língua é e não se importa com o conceito de “certo” ou “errado” como faz a gramática prescritiva. 

Princípios da linguística descritiva: Funções Semânticas

Na fraseO cão mordeu Maria
É possível observar que o cão pratica a ação e Maria sofre a ação. Esse tipo de ralação é chamado de função semântica ou papel temático, ou seja, a relação de significado de uma palavra que exprime ação, estado, ou evento (geralmente os verbos) com os participantes da ação, estado, ou evento.
            O agente da oração é muito confundido com o sujeito da oração, mas vejamos a frase:


Maria foi mordida pelo cão

Nesse caso o agente continua sendo o cão, pois foi o cão quem mordeu Maria, mas o sujeito aqui é Maria, ou seja, ocupa a posição anterior ao verbo que é uma regra da língua portuguesa SVO.
            Há uma discussão em que se o  agente precisa ter vontade, poder e decisão próprios como em:

                                               O calor da sopa derreteu o pratinho

Embora “calor da sopa” não tenha vontade própria, o estado do pratinho passou de inteiro para derretido por causa do calor.

Localizando; que é o elemento em que é definida sua localização, por exemplo:

Os pratos estão no armário

            O local especifica o lugar onde acontece a ação ou evento, por exemplo:


Maria mora em Itabira


            Há especulações sobre se o papel temático de local serve para designar expressão de tempo como:

Maria nasceu em 1994

Fonte e Meta designa o ponto de partida com relação ao destino, ou seja, fonte é a origem e meta é o destino como, por exemplo em:


Meu irmão foi de bicicleta de BH à Ferros

Ocorre Fonte e Meta também em frases como:

O pai deu o presente aos seus filhos

Experenciador e causador de experiência: é definido por elementos que se junta a verbo sensorial como:

João ama Maria

João tem o papel de experenciador e Maria de experenciada.

Nesse caso João, muitas vezes, é confundido com o agente e Maria com o paciente, mas nem João pratica ação e nem Maria sofre ação; tudo acontece naturalmente.


          O instrumento relaciona a ação com o objeto com que foi praticada a ação como na frase abaixo:

O bandido atingiu o rapaz com uma faca de açougue

O Tema indica o elemento que sofre a movimentação, observe:

 O problema foi resolvido pelo pai

Os papéis temáticos múltiplos: Diz respeito a cada constituinte de uma oração que representa um sintagma diferente.



O homem apagou o fogo instantaneamente com uma mangueira d’água

Na frase, acima, “o homem” é agente, “o fogo” é paciente, “instantaneamente” é modo e “com uma mangueira d’água” é instrumento. 
                                                    
"Em Matemática eu sou ruim. Em Português eu nunca tive POBREMA . . ."

terça-feira, 10 de setembro de 2013

APS DE LG 2013

Cícero Enikelson Gomes dos Santos
Eliane Gomes dos Santos
Mayara Nunes Fernandes
Michelle Mendes Alves Sevilha
Pamela Aparecida Silva Mendonça
Patricia e Silva Pereira